sábado, 9 de abril de 2011

Ah, o amor

O amor. O amor não te obriga a se jogar de um penhasco. Não te faz voar, nem mesmo te dá super poderes. O amor é um sentimento calmo. É um sentimento nobre, que envolve fatores tão simples, que quase não dá para perceber quando começamos a amar alguém. É como se fosse um vírus se instalando aos poucos e demonstrando estar ali, depois de um certo tempo. Mas esse amor não vai te deixar louca. Isso é outra coisa.

O amor só vai te fazer sorrir ou chorar. Sem outros termos. O amor é puro. Mão na mão, olho no olho. Sorriso pelo outro sorriso, ou por um gesto, uma mania esquisita. A falta silenciosa que te faz.

Esqueça o que você ouviu sobre amor a primeira vista. O amor é o conhecimento, é o reconhecimento, é a presença e a saudade. O amor não tem nada a ver com o físico, nem com o impulsivo. Menos ainda com o que te impressionaria à primeira vista. O amor se descobre quando você vê que só aquela pessoa poderia te entender em tal momento, estar do seu lado. Quando a única pessoa que você gostaria de dividir suas emoções é aquela. Tem mais a ver com a sensação que a pessoa te causa, com o cheiro que ela deixa no ar, com a tranqüilidade que a mão dela passa sobre as suas. Com o toque acolhedor que seu ombro tem sobre sua cabeça.

O amor está longe de ser aquilo que você vê em novelas, e muito longe de poder ser descrito. Simplesmente muitos confundem paixão com amor.Na paixão sim, seus impulsos ficam mais aflorados e tudo é oito ou oitenta. Alias, eu falei em oito? Só existe oitenta. É quando você vê e as pernas balançam. É quando você se jogaria do tal penhasco e quando você sente aquele baque a primeira vista. Eis a paixão. Sempre confundindo as nossas cabeças.

Voltando ao amor, esse se complementa com a paixão. Mas ainda sim, sobrevive separadamente, ao contrário da paixão. Que acaba tão rápido, junto com o que poderia atrair fisicamente ou outro fator qualquer. O amor nunca acaba. O amor se rejuvenesce e é seguro. Não há contratos, ou prazos de validade. Quando o amor é puro, por mais livre que seja, acorrenta.

As pessoas vendem o amor, tentam fazê-lo parecer mais interessante, mais provocante do que realmente é. Não compre essa mensagem. Deixe-se sentir o amor como aquela brisa leve que também te faz sentir frio. Afinal o amor está incluso nas suas ações e reações diante de certas pessoas, ele te confunde, ele se esconde. Mas não se esqueça, ele também se encontra.

Escrito por: Gabrielle Pires Silva

Obs: Clicar na imagem para visualiza-la no tamanho original.

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sábado, 9 de abril de 2011

Ah, o amor

O amor. O amor não te obriga a se jogar de um penhasco. Não te faz voar, nem mesmo te dá super poderes. O amor é um sentimento calmo. É um s...
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sexta-feira, 8 de abril de 2011

Ser quem eu sou

Eu não quero viver a vida de outras pessoas. Não quero ficar me perguntando como teria sido, e o que eu teria sentido.

Não quero viver da experiência de outras pessoas. Não formarão nada em mim. Não acredito que o meu destino é igual ao dos outros, e, por isso, sempre correrei atrás das minhas próprias expectativas. Transformá-las-ei em realidade.

Eu não vou viver para sempre. Eu não quero ter medo de mim. O que eu sonho é parte do que eu sou. E o que eu vivo, é o que eu sou por inteiro. E eu quero ser inteira. Quero ser parte desse mundo, fazer acontecer o meu sorriso, e aqueles sorrisos e instantes que forem provocados por outras pessoas, quero que sejam realmente meus.

Eu sei que muitas coisas que eu planejo, não vão ser do mesmo jeito que eu imagino. Mas eu já não tenho medo de cair. Nem do alto. Eu não tenho mais medo de dar errado. Dar errado pode ser a única forma de dar certo.

Agora eu sei que com o pequeno intervalo que eu tenho entre a vida e a morte, eu tenho as únicas chances de realizar o que está escrito para mim. E pode parecer perigoso, mas eu aprendi que é preciso coragem.

Escrito por: Gabrielle Pires Silva

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sexta-feira, 8 de abril de 2011

Ser quem eu sou

Eu não quero viver a vida de outras pessoas. Não quero ficar me perguntando como teria sido, e o que eu teria sentido. Não quero viver da ...
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terça-feira, 5 de abril de 2011

Verdades

Ter medo é normal. Omitir as suas próprias verdades é quase que rotineiro, mas ainda sim, sempre saberemos quem somos, e não há diferenças entre saber e não deixar ser sabido. Ainda que você esconda suas profundezas particulares, em algum momento você deixa escapar suas intenções, seus reais ideais, suas culpas, seus arrependimentos.

Você é o que você é, e isso é o que vai te perseguir, como sua sombra. O que você sente, o que você faz, o que você fez, e o que você acredita, mesmo que secretamente.

Não acreditar no amor, por exemplo. Isso não vai te livrar de senti-lo. Encare. Um dia isso vai acontecer com você. E por mais que você dê outros nomes para encobrir esse sentimento, você saberá que é amor. Você acabará por agir como alguém que ama, e mesmo que ainda diga não acreditar, viverá esse sentimento.

Omitir um fato, não te livrará dele, nem muito menos o fará não ter acontecido. Nem mesmo contá-lo o fará menos pior, ou desfará o acontecido. Cada página virada é uma página lida, uma memória. Vira-la é a única opção, mas depois de lida, não pode ser apagada.

Perdoar não significa fechar os olhos e passar uma borracha no passado. Perdoar é saber conviver com o erro, tolerar. Mudar diante disso, e com isso, aprender a lidar com cada tipo de pessoa. Aquele que volta à estaca zero diante de um perdão, é um tolo, e ainda sabe que estará diante desse perdão novas vezes, quando voltar aos mesmos erros.

Sábio é aquele, raro, autêntico. Que diante dos sentimentos mais vergonhosos e talvez até um pouco humilhantes, esquece de vez o orgulho, o pudor e assume sinceramente o que faz seu coração disparar. Seja por medo, por amor, por culpa, por prazer, por insegurança. Este simplesmente não está afim de ser julgado por ninguém mais do que ele mesmo, e está fazendo a sua própria vida acontecer diante de suas próprias regras. Afinal, fugir de uma realidade só a torna mais cansativa, mas nunca a faz desaparecer.

Escrito por: Gabrielle Pires Silva.

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terça-feira, 5 de abril de 2011

Verdades

Ter medo é normal. Omitir as suas próprias verdades é quase que rotineiro, mas ainda sim, sempre saberemos quem somos, e não há diferenças e...
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domingo, 3 de abril de 2011

Encruzilhada

Espinhos, encruzilhada. Você. De novo? Sinto de repente um vazio, mas tão rápido que penso não ter sentido. Acordo, durmo. Vida normal. Não te direi nada. O estômago embrulha. Corro, fecho os olhos, me entrego a outros sentimentos. Cheiro as novas rosas. Percorro um infinito distante. No final, vejo sua sombra. Vejo a minha sombra. Ela está mudada.

Creio, sorrio e sei que algo aconteceu. Mudo de opinião quase tão rápido que penso não ter sabido de nada. Pertenço às minhas emoções, causo desconforto, peço perdão, perdão pelo quê?

Os espinhos estão na minha cama, não posso me deitar sem antes ter um ferimento. Corro de novo, sem ter repouso fixo. E só paro, bem cansada naquele mesmo paradeiro de antes. Agora segura novamente. Penso não ter visto nenhum espinho. Será que houve mesmo algum?

Escrito por: Gabrielle Pires Silva

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domingo, 3 de abril de 2011

Encruzilhada

Espinhos, encruzilhada. Você. De novo? Sinto de repente um vazio, mas tão rápido que penso não ter sentido. Acordo, durmo. Vida normal. Não ...
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sábado, 2 de abril de 2011

Impressões

Corra, percorra, trace o seu caminho. Faça saberem que você passou por ali. Deixe pegadas. Deixe seus rastros, faça questão de deixar seu perfume em cada um que te abraçar. Faça-se notório, faça-se lembrado. Acredite, sempre vai ter alguém que vai parar e pensar nas coisas bobas que você disse, no seu sorriso sem jeito, e vai sorrir com isso. Cause boas primeiras impressões. E se não causar, force a segunda. Não para agradar, mas para mostrar o que tem de melhor, marcar pelo lado bom. Conheça-se por inteiro para permitir que os outros conheçam a parte que tem convém. Apaixone. Não apaixone-se antes de apaixonar aos outros. Cative, faça a diferença. E se quiser ser detestável, faça isso com doçura. Faça quererem saber por que, irritantemente está sempre com o sorriso estampado no rosto, e por que as críticas não te fizeram chorar. Seja detestável a quem merecer, mas não faça disso seu objetivo, se não você pode acabar se detestando também. E lembre-se sempre que é mais fácil cultivar flores no sorriso de alguém do que espalhar ervas daninhas em corações.


Escrito por: Gabrielle Pires Silva

Postado por Gabrielle Pires Silva às 18:46 12 comentários
sábado, 2 de abril de 2011

Impressões

Corra, percorra, trace o seu caminho. Faça saberem que você passou por ali. Deixe pegadas. Deixe seus rastros, faça questão de deixar seu pe...
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sexta-feira, 1 de abril de 2011

Palavras

Palavras são tão tendenciosas. Trazem-te a uma realidade em que você mesmo não crê. Enganam-te tão facilmente que nem parecem terem sido proferidas por si mesmo. Palavras nos enganam o tempo todo. Fogem, armam armadilhas, sentem por ti um sentimento que não existe. Afinal, palavras são só palavras, não são contratos nem assinaturas. Não têm um prazo de duração. Assim você pode ‘dizer’, ‘desdizer’, ‘re-dizer’, e enquanto se arrepender, ir mudando entre o dito e o não dito. Palavras são o que você quer, não o que você tem. Você pode dizer um mundo e não sentir um só país.

Escrito por: Gabrielle Pires Silva
Postado por Gabrielle Pires Silva às 01:11 4 comentários
sexta-feira, 1 de abril de 2011

Palavras

Palavras são tão tendenciosas. Trazem-te a uma realidade em que você mesmo não crê. Enganam-te tão facilmente que nem parecem terem sido pro...
Postado por Gabrielle Pires Silva às 01:11 4 comentários
É. Eu estou de volta ao blog. Quero começar me desculpando pelo sumiço sem aparentes explicações. Quero agradecer aos que me apoiaram e incentivaram a voltar. Também deixar claro que talvez não seja uma volta permanente, porém, uma nova tentativa, afinal esse blog é uma paixão minha a qual eu acabei deixando de lado. Obrigada pela paciência, e, espero que gostem dos novos textos. :) obrigada.
Gabrielle Pires Silva.
Postado por Gabrielle Pires Silva às 00:56 2 comentários
É. Eu estou de volta ao blog. Quero começar me desculpando pelo sumiço sem aparentes explicações. Quero agradecer aos que me apoiaram e ince...
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