Aceite a conseqüência de seus atos. Por mais duras que elas sejam. Mas nem por isso, se culpe para sempre. Se dê a chance de se livrar dos teus estigmas. Conserte ou encare as mudanças e os erros que foram deixados para trás. Todos tropeçam, todos caem. Dignidade não está na forma de andar sem nunca tombar, e sim na forma de levantar. Apavore-se menos com o que é fútil, com a opinião dos outros. Encare e questione mais quais são os seus valores, como você se vê diante das situações e é claro: perdoe-se. Não há porque julgar com tanta rigidez um erro ou um passo em falso. Todos nós estamos tão desequilibrados.
Permita-se o benefício do medo, do erro. Permita-se orgulhar-se quando acertar também. Vaidade não é de um todo algo ruim, e há quem diga que só nós mesmos sabemos o valor das nossas conquistas, por menor que sejam. Pura verdade. Somos tão mal remunerados e reconhecidos pelas nossas vitórias enquanto somos massacrados diante das derrotas, da falta de sucesso.
Então, mesmo tendo medo do erro, da queda, das pessoas que te apontam, não tema viver. Não tema por que a vida também é cheia de coisas boas, e quando elas aparecem, nos fazem esquecer a dor.
Por mais que as outras pessoas não sejam felizes junto contigo, mas sim, enquanto você sofre, arrume razões para se alegrar e se perdoar todos os dias. Pela culpa, pelo medo, pelo rancor e pelos pecados. Essa é a primeira forma de encarar os desafios, de aceitar a vida e de ser feliz consigo mesmo.
Escrito por: Gabrielle Pires Silva
Orientado por: Marcellus Moura