quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Pássaros


Não é mais como antigamente. Eu não acordo ansiosa para te ver. Não que a sua presença não vá me faze sorrir, e não que não seja mais especial como eras. Só que talvez esteja me acostumando a te ver cada vez mais longe de mim, e com isso, aprendendo que despedidas, só tornam oficial aquilo que já acontece no decorrer do tempo.

Na verdade isso não me parece justo, mas me parece muito mais adulto aceitar as coisas do que fazer comparações e usar palavras dramáticas. Sei que sempre será para mim, a mesma imagem. Representará o que de verdade, é a gratidão. E sempre me emocionarei sinceramente diante disso, mas talvez te pedir para ficar, seja injusto.

Então deixarei que voe, como um pássaro, para onde quiser. Afinal, quando está muito frio em certas regiões, os pássaros migram pro Sul. Os pássaros vão para o lugar onde os faz mais alegres, mas ainda sim, voltam para seus lares.Esperarei enquanto houver frio, e ao calor, estarei aqui.

Escrito por: Gabrielle Pires Silva (Tequila)

Postado por Gabrielle Pires Silva às 19:10 14 comentários
quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Pássaros

Não é mais como antigamente. Eu não acordo ansiosa para te ver. Não que a sua presença não vá me faze sorrir, e não que não seja mais especi...
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quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Nada é em vão


As coisas nunca parecem fazer sentido na hora que acontecem. Elas ganham forma, cor e gênero depois. Conforme suas conseqüências. Podemos sentir medo, sentir a insegurança pairando em nossos corpos, causando aquele desconforto e aquela sensação de que está tudo perdido, mas os fins, sempre justificam os meios. Guarde para si mesmo observações necessárias e encontrará a resposta do passado. E ainda, acima de todas as dificuldades, mantenha a cabeça no lugar, e a certeza de que definitivamente, nada é em vão.


Escrito por: Gabrielle Pires Silva (Tequila)

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quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Nada é em vão

As coisas nunca parecem fazer sentido na hora que acontecem. Elas ganham forma, cor e gênero depois. Conforme suas conseqüências. Podemos se...
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terça-feira, 7 de setembro de 2010

Tão comum


Não importa aonde você quer chegar, você sempre tenta ir pelo caminho mais fácil, e isso é tão típico de você. Não que isso te faça covarde, nem mesmo menos atraente. Apenas isso te faz comum. Tão comum que, na verdade, nem me lembro em qual esquina te vi pela última vez. E que saber? O surpreendente sempre fez meu coração palpitar. [...] Ainda bem que sabe, ainda bem que não se aproxima, e que não sorri mais daquele jeito. Ainda bem que tem consciência, o seu jeito comum não vai me desconsertar. Não há porque sorrir de volta, você é mais um cara que eu conheci. Tem o mesmo olhar, e pouco dom de convencer. Suas palavras poderiam ser mais convincentes, se você não fizesse assim, tudo tão depressa. Afinal, você deveria saber, pessoas como você, nunca me interessaram.

Escrito por: Gabrielle Pires Silva (Tequila)

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terça-feira, 7 de setembro de 2010

Tão comum

Não importa aonde você quer chegar, você sempre tenta ir pelo caminho mais fácil, e isso é tão típico de você. Não que isso te faça covarde,...
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domingo, 5 de setembro de 2010

Borboletas no estômago


Eu guardei os relógios. Escondi de mim mesma que o tempo passava. Não queria perder a imagem antiga. Então achei mais fácil fechar os olhos. Sorri enquanto chorava, para misturar as sensações. Corri para estar aonde queria, e descobri que estive o tempo todo no mesmo lugar. Escondi numa caixa tudo que me lembrasse o seu sorriso, e na verdade, acho que foi isso que me fez chorar. Mas eu ainda sabia onde você estava. Onde o sol se punha, e o motivo pelo qual eu me escondia. Eu nem mesmo fiz esforços pra esconder de você o quanto sua presença me causava borboletas no estômago, mas agora, elas precisam de liberdade.


Escrito por: Gabrielle Pires Silva (Tequila)

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domingo, 5 de setembro de 2010

Borboletas no estômago

Eu guardei os relógios. Escondi de mim mesma que o tempo passava. Não queria perder a imagem antiga. Então achei mais fácil fechar os olhos....
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sábado, 4 de setembro de 2010

Entrevista

Primeiramente, gostaria de dar os créditos à Bipolaridade Caótica pela ideia da entrevista, que também acontece no blog dela. (Não deixem de ir lá espiar também) E tambem, não poderia deixar de fazer uma breve apresentação sobre a entrevistada. Alinne Carolina Pires Silva, minha irmã do meio, 19 anos, futura escritora de romances, mais conhecida como @raspberryalien


Gabrielle Pires: Uma palavra que melhor define você.
raspberry princess: Intensa
Gabrielle Pires: Um sentimento que está pairando em você agr.
raspberry princess: Ansiedade
Gabrielle Pires: Uma pessoa a quem você recorre em todo tipo de situação
raspberry princess: Vilson. Acho que é quem chega mais perto disso, mas mesmo assim eu costumo dividir as situações pelas pessoas, entende?
Gabrielle Pires: Um exemplo pra você
raspberry princess: Christina Aguilera *-*
Gabrielle Pires: Um conselho que você daria as pessoas que, assim como você, querem ser escritoras.
raspberry princess: Apaixone-se perdidamente pelo que você escreve e escreva com todo o seu coração, se focando apenas na sua satisfação
Gabrielle Pires: Como você se vê, ao olhar-se no espelho?
raspberry princess: Vejo uma pessoa que precisa cortar o cabelo XD
Gabrielle Pires: Comente seu gosto músical, desde seus ídolos até suas diversas variedades.
raspberry princess: A verdade é que, o que me atrai na música, geralmente, é o ritmo dela e a voz do cantor. Depois vem a letra. É como se eles se conectassem a mim antes de eu entender sobre o que se fala. Eu tenho épocas pra cada cantor. Minha favorita sempre será a Britney, os ritmos das músicas dela sempre tem um apelo bem forte e eu amo a vozinha fofa e única dela. Depois tem a Fumiko, motivos óbvios e meio doentes ahauahuahau. Tem a Lily Allen que canta com um sotaque maravilhoso e doce letras fortes, sarcásticas e maldosas, muito inteligente.Também tem a Christina, que sabe apelar com os ritmos, tem a voz cativante e sempre mostra muito dela mesma nas letras, principalmente sempre levanta minha autoestima e me ensina tantas lições como se eu tivesse sentado para conversar com ela. Ouvir Christina Aguilera é quase como fazer terapia, como ter uma amiga que te entende e te diz tudo aquilo que você precisa ouvir pra levantar e crescer. Com Paramore é quase a mesma coisa, mas as músicas deles geralmente me colocam para cima e me lembram de ter fé e esperança. E, minha atual paixão, Olivia Newton John *-*. A voz dela é perfeita, na minha opinião, não tem outra palavra. E o fato de as músicas serem antigas me cativou, porque eu tenho gostado muito de coisas antigas e gosto de sentir essa nostalgia das coisas velhas =D
Gabrielle Pires: Uma revolução que gostaria de participar, e pq?
raspberry princess: Eu gostaria de libertar a mente das pessoas dos estereótipos e das imposições da sociedade, porque acho isso tudo uma burrice, uma cafonice, uma lástima, patético.
Gabrielle Pires: Uma vergonha da infância.
raspberry princess: Dançar É o tchan HAUAHUAHAUAHUA
Gabrielle Pires: Como você se vê daqui a 30 anos?
raspberry princess: eu juro que eu não vejo
Gabrielle Pires: Se pudesse trocar de corpo com alguem, com quem seria? (corpo todo. rosto, cabelo, pele, ...tudo)
raspberry princess: Você *o*
Gabrielle Pires: aaaawn *-* E de mente?
raspberry princess: Khaled Hosseini
Gabrielle Pires: O que você pensa sobre essas tais 'modinhas'?
raspberry princess: Acho que é uma prova de que a maioria das pessoas não tem senso nem cérebro
Gabrielle Pires: Uma celebridade que você gostaria de ser BFF?
raspberry princess: Pode ser duas? Britney Spears e Christina Aguilera *-*
Gabrielle Pires: Um sentimento que você não suporta nas outras pessoas.
raspberry princess: Frieza
Gabrielle Pires: Se fosse presidente do país, qual a primeira coisa que ia querer mudar?
raspberry princess: Sei lá, vou até votar nulo nas eleições.
Gabrielle Pires: Três pessoas interessantes do twitter (@...)
raspberry princess: @antipatia, @zodiculo, @zodiacando

Se quiser ser entrevistado também, pode pedir através dos comentários, ou do meu twitter @gatitatequila que em breve postarei novas entrevistas.
Postado por Gabrielle Pires Silva às 01:00 18 comentários
sábado, 4 de setembro de 2010

Entrevista

Primeiramente, gostaria de dar os créditos à Bipolaridade Caótica pela ideia da entrevista, que também acontece no blog dela. (Não deixem d...
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segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Sonhos

É difícil se sentir sozinho. Até porque, é mais fácil se levantar do chão quando tem uma mão estendida sobre você. É difícil ver que o mundo não pára para que seque suas lágrimas, nem muito menos para que recomece. Você precisa ser veloz, ou estará sempre parado, tentando consertar o que está constantemente mudando, e geralmente para pior.

De todas as pessoas que você conhece, até as que você conhece melhor, desconfie. Desconfie do seu destino, da sua sorte. Confie em você. Realize seus sonhos. Quando estiveres feliz, terá em quem se confortar, e quando estiver triste, converse com Deus. Modere seus prazeres, dobre suas orações. Pondere os medos, aumente o número de objetivo, de sonhos. Não estará sozinho nunca enquanto tiver os seus sonhos. Eles se realizando ou não, serão sempre seus. Só seus.

Escrito por: Gabrielle Pires Silva (Tequila)

Postado por Gabrielle Pires Silva às 22:43 16 comentários
segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Sonhos

É difícil se sentir sozinho. Até porque, é mais fácil se levantar do chão quando tem uma mão estendida sobre você. É difícil ver que o mundo...
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O que me diziam

Me diziam que eu era louca, mas eu ainda desconfiava que os outros que fossem. Não compreendia porque amar poderia ser uma loucura. Mesmo que fosse longo, mesmo que fosse tão longe, mesmo que não tivesse amor em troca. Me diziam para parar de me dedicar, parar de esperar. Me diziam para parar de correr, e minhas pernas curtas e cansadas, pediam desesperadamente que desse uma pausa. Eu continuava acreditando. Continuei a correr. Eu corria como se ainda estivesse longe, mas como se ainda fosse possível. Me disseram para parar de sonhar, e eu neguei todos os pedidos. Fui atrás, bati às portas e ofereci meu coração. De todas as coisas que haviam me dito, esse ‘não’, foi o que mais me doeu.

Escrito por: Gabrielle Pires Silva (Tequila)

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O que me diziam

Me diziam que eu era louca, mas eu ainda desconfiava que os outros que fossem. Não compreendia porque amar poderia ser uma loucura. Mesmo qu...
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