segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Entre linhas de dois


Entre linhas de você, encontro meu eu. Perdido como um navegador sem rumo, como uma bússola quebrada. Entre linhas de você encontro um sorriso meu tão distante que nem lembro ter sorrido. Agora sou só lágrimas.
Entre linhas de você há um passado a dois. Vejo você, vejo meu eu. Meu eu que agora nem mesmo sou, nem mesmo sei quem é.
Nossas linhas se tracejando formando nossos formatos. Os formatos antigos, os novos, as marcas que deixamos. Entre linhas e pequenos gestos, vejo o que deixei contigo, o que te ensinei, vejo quando cresceu e o quanto cresceu  Me vejo em você de certa forma.
Entre linhas de nós dois somos a mesma pessoa. Tanto de você no meu eu, tanto do meu eu em você. Entre linhas me perdi em quem somos. Quem fomos?
Entre linhas de você posso ver o que passou, não posso prever o que vem. Nem quero também.
Gosto de observar apenas o formato que fizemos, o percurso que vivemos. Entre linhas de nós dois, fizemos um nó que não se desfará. E nessas mesmas linhas te encontrei e me desencontrei dentro de tudo o que vivemos.

Escrito por: Gabrielle Pires
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segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Entre linhas de dois

Entre linhas de você, encontro meu eu. Perdido como um navegador sem rumo, como uma bússola quebrada. Entre linhas de você encontro um sor...
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domingo, 9 de dezembro de 2012

Escolhas

Deixe seu coração livre para escolher alguém. Quando ele escolher, conserve essa escolha.
Não desista quando estiver difícil, não renegue nas situações cômodas, não disfarce para ter mais opções.
Confie no que seu coração escolheu, acredite na verdade dos teus sentimentos. Não propague o amor como se fosse uma bobagem, não faça com que ele seja motivo de dúvidas. Concretize suas certezas. Renove suas promessas por mais ridículas que elas pareçam aos outros.
O amor não é difícil. Difícil é ceder aos seus sentimentos egocêntricos para deixar os sentimentos bons e altruístas sobressaírem. Difícil é se sentir vulnerável e ter que confiar que essa vulnerabilidade não vai te machucar em nada, pelo contrário.
Amar não dói, mas requer coragem. Coragem de seguir em frente e não desistir quando dificultar, quando doer, quando apertar. Não desistir quando houver um choque de pensamentos, de ideais. O que dói é calar o orgulho para exaltar a humildade. O amor é humilde e não precisa de nada em troca. Afinal o amor é um sentimento e não uma dívida.


Aquele que crê em Deus, crê no amor. Aquele que ama, passa a crer em Deus.

Escrito por: Gabrielle Pires Silva
Inspirado por: Alinne Carolina Pires Silva

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domingo, 9 de dezembro de 2012

Escolhas

Deixe seu coração livre para escolher alguém. Quando ele escolher, conserve essa escolha. Não desista quando estiver difícil, não renegue n...
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segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Feições de um amor


Acho que te amei desde o primeiro beijo. As primeiras palavras doces, os primeiros olhares, sorrisos, as primeiras coisas em comum.
Acho que te amei desde o primeiro instante, as primeiras sonoras besteiras que dissemos um ao outro tentando nos convencer de que fomos feitos um para o outro sem nem mesmo acreditar no que dizíamos... Estávamos certos.
Acho que te amei tão verdadeiramente a ponto de calar-me, aquietar-me com a sua felicidade e procurar a minha em outros lugares, outros corpos e outros sorrisos, - não tão doces quanto os seus. - Aceitar as tuas escolhas e te deixar partir. E sorrir diante disso, vendo o teu sorriso.
Acho que o nosso amor se tornou forte pelos desafios. Pelas pequenas conquistas, pelos dias de luta e pelos dias de glória, pelos dias felizes e os dias tristes. O nosso amor sempre foi demonstrado de forma inconstante.  
Acho que você nunca conseguiria me fazer chorar de propósito, apesar de ter feito inúmeras e repetidas vezes. Isso ameniza, apaga a mágoa e me faz até sorrir nostalgicamente de lembrar.
Acho que os motivos de não ter dado certo, não me importam mais. A cada centímetro de felicidade que eu encontro pela frente, perco a graça de lamuriar o que me passou. Encho-me de vigor para seguir em frente de mãos dadas contigo.
Acho que é disso que se trata o amor. Das pequenas superações e das grandes conquistas entre o passado, o presente e o futuro. 

Escrito por: Gabrielle Pires Silva
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segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Feições de um amor

Acho que te amei desde o primeiro beijo. As primeiras palavras doces, os primeiros olhares, sorrisos, as primeiras coisas em comum. Acho...
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quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Platônico, eu?


O grande problema, o xis da questão é que a gente não saca quando está se apaixonando. Nem mesmo percebemos quando estamos apaixonados.
A gente só percebe mesmo quando está totalmente preso, ligado, obcecado pela pessoa, pela ideia, pela lembrança dos planos e pela saudade do futuro que se imaginou.
O grande problema é isso. Nada passou da nossa mente, mas nosso coração logo interliga a imaginação à pessoa, como se tivesse existido de fato alguma relação amorosa. Que piada.
A gente nem sabe quando, nem por que, nem em que momento aquela pessoa começou a ser única na nossa vida, mas também não sabe como deixá-la, não sabe como soltar sua mão e deixar que escolha ir ou ficar. Prendemos.
O grande problema é não conseguir afrouxar os laços. É fazê-los prendedores, coleiras e correntes na vida de quem amamos. Esquecemos o quão independentes podemos ser mesmo amando, mesmo querendo e estando juntos.
O grande fardo de estar apaixonado é saber dividir o que é sentimento bom do que é obsessivo. É saber livrar-se do excesso para encontrar-se com a felicidade. O grande fardo de estar apaixonado é saber se existe mesmo história ou se foi um conto inventado por um sorriso que passou e nem foi pra ti, que no ápice da carência, tratou de guardar e fantasiar dentro de si mesmo. 

Escrito por: Gabrielle Pires Silva
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quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Platônico, eu?

O grande problema, o xis da questão é que a gente não saca quando está se apaixonando. Nem mesmo percebemos quando estamos apaixonados. ...
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quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Sol nosso de cada dia


Ei sol! Mensageiro do conforto, venha brilhar no meu sorriso outra vez.
Ei sol! Não me deixe sentir sozinha mais. Dai-me o teu calor para que eu me sinta viva, dai-me teu brilho para que eu me sinta iluminada.
Ei sol! Não se ponha nunca mais no meu olhar [...]
Ei sol! Me desperta do que me adormece. Mostra-me com teu clarão que outro dia chegou. Às vezes eu quase me esqueço que os dias se passaram e quase me esqueço de agir, reagir...
Ei sol! Da janela daqui não dá pra te ver. As nuvens te encobrem e me dá medo de que sumas. Logo tu, que me toca tão revigorante e calorosamente que quase me anima a sorrir.
Ei sol! Para que a pressa de se pôr e iluminar a lua? Ilumina-me um pouco mais, faz-me companhia e deixa que hoje anoiteça mais tarde. A escuridão às vezes me dá medo.
Ei sol! Sinto-me mais aquecida e protegida na tua presença, me abrace com teu calor e deixo até que parta. Por ora. Mas prometa voltar amanhã.
Agora pode ir. Afinal, a lua também precisa de ti.

Escrito por: Gabrielle Pires Silva
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quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Sol nosso de cada dia

Ei sol! Mensageiro do conforto, venha brilhar no meu sorriso outra vez. Ei sol! Não me deixe sentir sozinha mais. Dai-me o teu calor par...
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sábado, 1 de setembro de 2012

Desordem

Texto dedicado para Anna Beatriz Ehrhardt
 Está uma inconstante bagunça, mas pode entrar se quiser. Posso até sorrir para não parecer desconsertada com a sua presença adentrando essa aparente confusão. Digo inconstante e enfatizo na inconstância da bagunça, porque ora ou outra, eu tento arrumar. Fica provado que na tentativa de arrumação não sou boa, sou mais atrapalhada do que no início da intenção [...] Mas não se apresse e não vá embora por isso. Não que não seja bem vindo, mas te desafio a encontrar um lugar vazio, intacto e sem nada quebrado pra habitar em meio a tanta coisa que ficou perdida e instalada por aqui. Assim mesmo, por preguiça de tirar, por preguiça de consertar. Deixei por aqui, achei que ninguém nem fosse olhar.
Pode deixar sua bagagem ali, por alí. Só não deixe junto com aqueles rastros. Estive pensando em jogá-los fora.
Não agora, se acalme!
Está tudo em desordem. Não pretendo arrumar tão cedo. Gosta de um pouquinho de bagunça? Se preferires um lugar mais sossegado, posso sugerir-lhe lugares ótimos. Mas teria que andar depressa, são um pouco distantes daqui.
Mas falando sério, se quer saber... Eu posso mexer um pouquinho aqui e alí e pronto, pode ter um lugar pra você.

Escrito por: Gabrielle Pires
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sábado, 1 de setembro de 2012

Desordem

Texto dedicado para  Anna Beatriz Ehrhardt   Está uma inconstante bagunça, mas pode entrar se quiser. Posso até sorrir para não parecer de...
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domingo, 12 de agosto de 2012

Fluxo inevitável


Aprendi que a vida segue. Não tem freios. Não há nada que você possa fazer para impedir o fluxo que é a vida. Ela vai seguir. Você tem que escolher como conduzir esse roteiro.
Ou deixa o fluxo te levar com a correnteza, ou faz força e pressão conduzindo o fluxo para onde convém. 
De qualquer maneira, a vida vai fluindo, criando novos caminhos, usando de artifícios inimagináveis, de surpresas nunca antes planejadas apenas para que possa seguir sem interrupções, sem freios.
A vida sempre segue. Aliás, vida é incrível, não tente parar esse fluxo sem fim.

Escrito por: Gabrielle Pires Silva
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domingo, 12 de agosto de 2012

Fluxo inevitável

Aprendi que a vida segue. Não tem freios. Não há nada que você possa fazer para impedir o fluxo que é a vida. Ela vai seguir. Você tem que...
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