segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Feições de um amor


Acho que te amei desde o primeiro beijo. As primeiras palavras doces, os primeiros olhares, sorrisos, as primeiras coisas em comum.
Acho que te amei desde o primeiro instante, as primeiras sonoras besteiras que dissemos um ao outro tentando nos convencer de que fomos feitos um para o outro sem nem mesmo acreditar no que dizíamos... Estávamos certos.
Acho que te amei tão verdadeiramente a ponto de calar-me, aquietar-me com a sua felicidade e procurar a minha em outros lugares, outros corpos e outros sorrisos, - não tão doces quanto os seus. - Aceitar as tuas escolhas e te deixar partir. E sorrir diante disso, vendo o teu sorriso.
Acho que o nosso amor se tornou forte pelos desafios. Pelas pequenas conquistas, pelos dias de luta e pelos dias de glória, pelos dias felizes e os dias tristes. O nosso amor sempre foi demonstrado de forma inconstante.  
Acho que você nunca conseguiria me fazer chorar de propósito, apesar de ter feito inúmeras e repetidas vezes. Isso ameniza, apaga a mágoa e me faz até sorrir nostalgicamente de lembrar.
Acho que os motivos de não ter dado certo, não me importam mais. A cada centímetro de felicidade que eu encontro pela frente, perco a graça de lamuriar o que me passou. Encho-me de vigor para seguir em frente de mãos dadas contigo.
Acho que é disso que se trata o amor. Das pequenas superações e das grandes conquistas entre o passado, o presente e o futuro. 

Escrito por: Gabrielle Pires Silva
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segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Feições de um amor

Acho que te amei desde o primeiro beijo. As primeiras palavras doces, os primeiros olhares, sorrisos, as primeiras coisas em comum. Acho...
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quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Platônico, eu?


O grande problema, o xis da questão é que a gente não saca quando está se apaixonando. Nem mesmo percebemos quando estamos apaixonados.
A gente só percebe mesmo quando está totalmente preso, ligado, obcecado pela pessoa, pela ideia, pela lembrança dos planos e pela saudade do futuro que se imaginou.
O grande problema é isso. Nada passou da nossa mente, mas nosso coração logo interliga a imaginação à pessoa, como se tivesse existido de fato alguma relação amorosa. Que piada.
A gente nem sabe quando, nem por que, nem em que momento aquela pessoa começou a ser única na nossa vida, mas também não sabe como deixá-la, não sabe como soltar sua mão e deixar que escolha ir ou ficar. Prendemos.
O grande problema é não conseguir afrouxar os laços. É fazê-los prendedores, coleiras e correntes na vida de quem amamos. Esquecemos o quão independentes podemos ser mesmo amando, mesmo querendo e estando juntos.
O grande fardo de estar apaixonado é saber dividir o que é sentimento bom do que é obsessivo. É saber livrar-se do excesso para encontrar-se com a felicidade. O grande fardo de estar apaixonado é saber se existe mesmo história ou se foi um conto inventado por um sorriso que passou e nem foi pra ti, que no ápice da carência, tratou de guardar e fantasiar dentro de si mesmo. 

Escrito por: Gabrielle Pires Silva
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quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Platônico, eu?

O grande problema, o xis da questão é que a gente não saca quando está se apaixonando. Nem mesmo percebemos quando estamos apaixonados. ...
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quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Sol nosso de cada dia


Ei sol! Mensageiro do conforto, venha brilhar no meu sorriso outra vez.
Ei sol! Não me deixe sentir sozinha mais. Dai-me o teu calor para que eu me sinta viva, dai-me teu brilho para que eu me sinta iluminada.
Ei sol! Não se ponha nunca mais no meu olhar [...]
Ei sol! Me desperta do que me adormece. Mostra-me com teu clarão que outro dia chegou. Às vezes eu quase me esqueço que os dias se passaram e quase me esqueço de agir, reagir...
Ei sol! Da janela daqui não dá pra te ver. As nuvens te encobrem e me dá medo de que sumas. Logo tu, que me toca tão revigorante e calorosamente que quase me anima a sorrir.
Ei sol! Para que a pressa de se pôr e iluminar a lua? Ilumina-me um pouco mais, faz-me companhia e deixa que hoje anoiteça mais tarde. A escuridão às vezes me dá medo.
Ei sol! Sinto-me mais aquecida e protegida na tua presença, me abrace com teu calor e deixo até que parta. Por ora. Mas prometa voltar amanhã.
Agora pode ir. Afinal, a lua também precisa de ti.

Escrito por: Gabrielle Pires Silva
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quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Sol nosso de cada dia

Ei sol! Mensageiro do conforto, venha brilhar no meu sorriso outra vez. Ei sol! Não me deixe sentir sozinha mais. Dai-me o teu calor par...
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sábado, 1 de setembro de 2012

Desordem

Texto dedicado para Anna Beatriz Ehrhardt
 Está uma inconstante bagunça, mas pode entrar se quiser. Posso até sorrir para não parecer desconsertada com a sua presença adentrando essa aparente confusão. Digo inconstante e enfatizo na inconstância da bagunça, porque ora ou outra, eu tento arrumar. Fica provado que na tentativa de arrumação não sou boa, sou mais atrapalhada do que no início da intenção [...] Mas não se apresse e não vá embora por isso. Não que não seja bem vindo, mas te desafio a encontrar um lugar vazio, intacto e sem nada quebrado pra habitar em meio a tanta coisa que ficou perdida e instalada por aqui. Assim mesmo, por preguiça de tirar, por preguiça de consertar. Deixei por aqui, achei que ninguém nem fosse olhar.
Pode deixar sua bagagem ali, por alí. Só não deixe junto com aqueles rastros. Estive pensando em jogá-los fora.
Não agora, se acalme!
Está tudo em desordem. Não pretendo arrumar tão cedo. Gosta de um pouquinho de bagunça? Se preferires um lugar mais sossegado, posso sugerir-lhe lugares ótimos. Mas teria que andar depressa, são um pouco distantes daqui.
Mas falando sério, se quer saber... Eu posso mexer um pouquinho aqui e alí e pronto, pode ter um lugar pra você.

Escrito por: Gabrielle Pires
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sábado, 1 de setembro de 2012

Desordem

Texto dedicado para  Anna Beatriz Ehrhardt   Está uma inconstante bagunça, mas pode entrar se quiser. Posso até sorrir para não parecer de...
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domingo, 12 de agosto de 2012

Fluxo inevitável


Aprendi que a vida segue. Não tem freios. Não há nada que você possa fazer para impedir o fluxo que é a vida. Ela vai seguir. Você tem que escolher como conduzir esse roteiro.
Ou deixa o fluxo te levar com a correnteza, ou faz força e pressão conduzindo o fluxo para onde convém. 
De qualquer maneira, a vida vai fluindo, criando novos caminhos, usando de artifícios inimagináveis, de surpresas nunca antes planejadas apenas para que possa seguir sem interrupções, sem freios.
A vida sempre segue. Aliás, vida é incrível, não tente parar esse fluxo sem fim.

Escrito por: Gabrielle Pires Silva
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domingo, 12 de agosto de 2012

Fluxo inevitável

Aprendi que a vida segue. Não tem freios. Não há nada que você possa fazer para impedir o fluxo que é a vida. Ela vai seguir. Você tem que...
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sábado, 14 de julho de 2012

Quem sabe


Quem sabe a gente não acorda um dia e decide ser outra pessoa? Sei lá, deixar os erros no passado, rasgar os planos mirabolantes e viver só o que é doce. Mas inteiramente, não só fingindo ser. Quem sabe a gente não acorda com necessidade de outras coisas? Sem despertador, sem hora marcada... Quem sabe a gente não esquece a preguiça e começa a correr maratonas? E quem sabe nessas maratonas a gente não encontre o amor de nossas vidas [...] Correndo ao nosso lado!
E quem sabe, ao encontrar o amor da nossa vida a gente não pare de idealizar, desejar o que não se tem?! Quem sabe não temos apenas aquilo que merecemos?!
Quem sabe a gente acorda com vontade de ser menos? E aí a gente pare com essa vontade de superioridade, com esse certo ar esnobe que nos envolve... De repente a gente acorda sorrindo e sonhar nem parece tão mais importante já que a vida começa a se tornar verdadeiramente mais emocionante do que essas oito horas dormidas vagando num infinito imaginário...
Quem sabe o real valor das coisas não comece exatamente no desapego?
Nunca se sabe, mas quem sabe um dia? Quem sabe?

Escrito por: Gabrielle Pires Silva
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sábado, 14 de julho de 2012

Quem sabe

Quem sabe a gente não acorda um dia e decide ser outra pessoa? Sei lá, deixar os erros no passado, rasgar os planos mirabolantes e viver s...
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segunda-feira, 9 de julho de 2012

Liberdade para amar


Só quem é livre sabe o porquê quer ficar. Só quem não tem suas asas cortadas pode decidir pousar.
Só aquilo que não é cobrado pode ser realmente doado. Um coração só abre porta para uma nova morada quando esta não for violada, adentrada as pressas ou sob pressão. Só se ama se isso for de vontade própria.
Só existe fidelidade nas relações que se permitem a traição. As que pedem submissão nunca sabem o que se passa na vida do outro. Os amores que exigem comportamentos doutrinados não conhecem o espontâneo do outro, vivem sob regras comportamentais. Não sabem o quão belo é o vôo de seus parceiros.
O amor que não pede e recebe sem ordenar é o amor que permanece. Quem da liberdade prefere a monogamia, a sinceridade é quem realmente merece você.
Quem precisa de imposições de caráter está totalmente manipulado por ordens que não fazem parte de si, por opiniões alheias, pelo medo de perder algo conquistado.
Só quem é livre sabe quando pode ou não voar, quando quer ou não parar. Só quem pode escolher, pode amar. Só quem pode escolher, pode ter motivos para ficar.

Escrito por: Gabrielle Pires Silva
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segunda-feira, 9 de julho de 2012

Liberdade para amar

Só quem é livre sabe o porquê quer ficar. Só quem não tem suas asas cortadas pode decidir pousar. Só aquilo que não é cobrado pode ser r...
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